domingo, 26 de outubro de 2008

Amor Platônico, como resolver ?

O que torna os amores impossíveis mais atraentes é justamente a impossibilidade. Esta atrai. A dificuldade de não ter a pessoa que desejamos nos impulsiona, nos motiva. Funciona exatamente como o perigo. Muitos fazem isso para provar sua força, sua capacidade de conquista. Quanto mais difícil e distante, mais o amor parece ser grande, excepcional e único. E quem não quer viver algo grande, excepcional e único? Em um amor impossível cabem todos os sonhos, todas as perfeições e personagens, o mínimo detalhe é idealizado. Construímos uma imagem em nossa cabeça, que aquela pessoa é única, e é exatamente o que passamos a vida inteira procurando, mesmo que tudo pareça contra. Um amor impossível marca para sempre, mesmo se outros amores vêm e vão depois. Ele sempre deixa aquela sensação de vazio, de inacabado, mal resolvido. E tudo que é mal resolvido, preocupa, incomoda e atormenta. Pois, junto dele, vem a dúvida do e se (e se eu tivesse tentado, tivesse feito diferente etc). É difícil conviver com uma ilusão. Pois a ilusão não tem resposta, ela não é sim nem não. Ela é meio termo e o meio termo atormenta as pessoas. Acontece de um amor aparentemente "impossível" se tornar possível e isso quase sempre rouba a magia do sentimento. Inconscientemente muitos sabem disso, o que leva as pessoas a preferirem viver um impossível que dá a satisfação que um possível só poderá abrir os olhos para a realidade. Porque uma vez que o amor torna-se possível, acaba a expectativa, acaba o sonho. E o homem foi feito para sonhar. Um amor impossível é forte, resiste ao tempo, ele pode marcar uma pessoa mais que toda uma vida vivida ao lado de outra. Portanto.

liberte-se desta ilusão. Referência : www.relacionamento.com.br

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Mulheres que apanham dos namorados!!

Fato polêmico sobre o que aconteceu nos últimos dias.
Resolvi levantar isso para as pessoas que hoje fiquem mais ciente das situações.
Quem AMA não mata, mas a ambição e o transtorno psicológico deixam pessoas com personalidades confusas.

Pesquisa descobre por que alguns homens precisam agredir as namoradas
Novo estudo sobre jovens violentos ajuda a entender caso Eloá
Pesquisa descobre por que alguns homens precisam agredir as namoradas
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O seqüestro da jovem Eloá, de fim trágico, ainda causa comoção e provoca muitos debates entre a opinião pública, psicólogos e especialistas em segurança. A indignação contra o comportamento de Lindemberg Alves, ex-namorado da jovem e autor do crime, deixa no ar uma série de perguntas, entre elas dúvidas relacionadas aos motivos que levam um homem a agredir com tanta crueldade a mulher que diz amar.Longe do dos ânimos alterados, pesquisadores dos Estados Unidos dedicam-se a entender por que isso acontece e acabam de publicar suas primeiras conclusões. Foi contatado que esses homens têm em comum um ambiente familiar conturbado, falta de apoio na escola, vida em comunidades caracterizadas pela violência e convivência com amigos que incentivavam a agressão às mulheres. Os pesquisadores entrevistaram 19 garotos com idades entre 14 e 20 anos e com histórico de violência contra as namoradas.A intenção do trabalho é compreender o que gera a violência entre jovens casais, em que as parceiras são constantemente agredidas. Ao definir as características destes agressores, os especialistas pretendem criar programas para combater essa violência dentro dos relacionamentos.Para o terapeuta holístico Otávio Leal, uma grande característica de quem sofre com esses acessos de raiva é, no final, se fazer de vítima, alegando que ninguém o compreende. Isso ocorre principalmente porque a pessoa se sente superior a outra e com o poder de manipular a situação. O estudo foi publicado na edição online de setembro da revista American Journal of Men's Health e faz parte de um projeto que visa entender melhor sobre violência em relacionamentos adolescentes.A professora assistente de pediatria no UC Davis Children's Hospital, em Sacramento, na Califórnia, e uma das autoras do estudo, Elizabeth Miller afirma que até agora, não existiam muitas informações sobre homens jovens que agridem suas parceiras. Porém, com a conclusão do estudo será possível direcionar novas pesquisas e dar um foco maior em tratamentos e orientações. A pesquisa não serve como base para todos que apresentam um comportamento abusivo, já que inicialmente as entrevistas se concentraram em analisar jovens que já possuíam um histórico de agressão.
Bibliografia : Yahoo
Referências :
Hospital de sagramento califónia
Jornal Men´s Health

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Artigo : Plutocracia

PLUTOCRACIA

Algum tempo atrás, num blog já extinto eu escrevi um artigo com esse mesmo título. Naquela época eu andava meio cismado por ver tanta gente morando na rua e ver como tratávamos a situação de forma "moderna", simplesmente excluindo esses que seriam os não-sociáveis dentro do nosso sistema.Pois bem, o título é o mesmo, mas não me referindo aos mendigos, hoje me volto aqueles que nem na rua conseguem uma real condição de sobrevivência. Segundo a ONU, 4 bilhões de pessoas vivem entre a miséria e a pobreza, com menos de US$ 2 por dia como renda. Em contrapartida, o governo americano anunciou nessa semana que injetaria o valor de US$ 700 bilhões (5% do PIB dos EUA) nos bancos... Pouca gente consegue entender o que seria esse valor, entendamos dessa forma então: US$ 700.000.000.000,00. Esse é o "tamanho" do valor. Valor aliás, que acabaria com a fome desses outros 4 bilhões de miseráveis espalhados pelo mundo.Não me incomodaria muito se eu não tivesse escutando a CBN hoje bem na hora em que foi anunciado um pacote na Inglaterra que no total gira em torno dos US$ 438 bilhões e mais um pouquinho (US$ 437bi) em garantias de empréstimo para bancos.Isso tudo, essa numerologia aí em cima não serve mesmo pra nada, mas me leva ao título do artigo. Todas as vezes que uso a palavra plutocracia, alguém me pergunta "que raio é isso", então vou colocar uma definição do dicionário: "influência do dinheiro; preponderância dos homens ricos na governação pública; o conjunto dos ricos". Parece meio estranho que existam mais pessoas pobres e os governos continuam ajudando a minoria rica, isso não é uma exceção dos EUA ou dos britânicos, vivemos isso e vemos isso em todo o mundo. Heródoto Barbeiro disse hoje que não aguenta ouvir as pessoas dizendo que o governo fez isso ou aquilo e eu também não! Esse caminhão de dinheiro que está sendo injetado ou disponibilizado nesses dois exemplos acima vem do governo, e quem é o governo? O contribuinte é claro! Se tudo isso não der certo um bocado de gente vai perder um bocado de grana e, se der certo, ninguém vai receber um centavo pela ajuda. Não é hilário?Pois bem, vou terminar com uma citaçãozinha que achei interessante: "Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo possível, economicamente justo, politicamente democrático e ecologicamente sustentável." (Carlos Alberto Libânio Christo - Frei Betto)

Leonardo Pereira